O evento começou com Erico Silva, sócio-diretor O evento começou com Erico Silva, sócio-diretor da AGL Cargo, dando boas-vindas aos convidados, palestrantes e autoridades. Pedro Duran, jornalista e anfitrião seguiu contextualizando o motivo de haver necessidade de um evento, e explicando a importância de dias como estes para fortalecer o sistema de saúde como um todo. Em seguida Franscisco Balestrin, presidente da FESaúde e Sindhosp, destacou a importância da logística para o sistema de saúde e o impacto decisivo que ela teve em diferentes momentos recentes, reforçando seu papel na garantia de acesso, eficiência e segurança assistencial.

No primeiro painel do dia, Rosana Mastellaro, do Diretora Técnico Regulatória e Inovação no Sindusfarma, Nathália Nunes, CEO do CBEXS e Jackson Campos, diretor de relações institucionais da AGL Cargo, abriram o Fórum com uma visão clara das transformações estruturais do setor de saúde que já estão em curso e que servirão de base para os painéis técnicos ao longo do dia. O diálogo passou por quais transformações do setor de saúde tendem a ganhar mais relevância até 2026, onde surgem oportunidades quando o setor passa a operar de forma mais integrada e menos fragmentada, quais agendas setoriais e regulatórias devem ganhar protagonismo nos próximos anos, e onde ainda existem assimetrias entre o avanço da indústria e a maturidade da cadeia logística no Brasil. 
O segundo painel contou com a presença do Eduardo Custódio, VP da Novo Nordisk e Mark Barone, fundador e presidente do Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil, que falaram sobre os biológicos, GLP-1 e a nova demanda da cadeia fria, e explicaram que o setor utilizará crescimento desses medicamentos como um caso concreto para atender às novas exigências logísticas associadas a escala, previsibilidade e cadeia fria crítica. Eles adentraram em aspectos de paradigmas como se os GLP-1 representam um evento isolado ou são o primeiro grande teste de um novo padrão logístico, quais aprendizados o crescimento acelerado desses produtos trouxe para a indústria farmacêutica, o que essa nova demanda revela sobre a capacidade do sistema de saúde e da logística de responder a mudanças em escala e se caso um novo produto com exigências semelhantes surja, o ecossistema estará mais preparado.

No terceiro painel, Boris Eterovic, VP de vendas global da CSafe, fez uma apresentação sobre embalagens ativas versus passivas e o compliance regulatório, com foco nos critérios que orientam decisões de embalagem em cadeias farmacêuticas cada vez mais complexas. Entre os temas abordados, estiveram quais são os critérios logísticos, regulatórios e de risco devem pesar mais na escolha entre embalagens ativas e passivas, como essa decisão impacta previsibilidade e compliance ao longo da cadeia e se o custo ainda é o principal fator decisório ou a previsibilidade operacional ganhou maior relevância.

Abrindo o quarto painel, Leandro Perna, cold chain head da Maersk, fez uma apresentação sobre os desafios do transporte de termolábeis no modal marítimo, abordando viabilidade, riscos e limites do modal para cargas farmacêuticas sensíveis à temperatura e umidade, que abordou entre os tema, o que ainda limita a adoção mais ampla do modal marítimo para termolábeis, em quais cenários o modal já é plenamente viável, e em quais ainda apresenta riscos relevantes, onde estão hoje os principais riscos menos visíveis desse modal.

Iniciando a segunda parte do fórum, Cleverton Vighy, diretor de vendas e operações da Lufthsansa Cargo, falou sobre os desafios do transporte aéreo no mercado farmacêutico, abordando os limites e desafios do modal frente ao crescimento da demanda, explicando como os aviões estão preparados para receber a carga sensível de saúde, como são os hubs farmacêuticos pelo mundo, como a temperatura é controlada dentro das aeronaves e quais limites estruturais do transporte aéreo ficam mais evidentes com o crescimento da demanda.
O painel seis do evento trouxe de volta Francisco Balestrin, convidou Jean Gorinchteyn, secretário de saúde de São Bernardo do Campo, ex secretário de saúde do Estado de São Paulo e Leandro Fonseca, VP da Novartis e ex presidente da ANS, para falar sobre o sistema de saúde, onde se debateu a interação entre os setores público e privado, financiamento do sistema de saúde, além dos efeitos do envelhecimento populacional. A discussão passou pelos aprendizados que a pandemia de COVID-19 trouxe aos atores da cadeia e reforçou a importância de espaços criados como este pela AGL Cargo para debater se o sistema de saúde ainda opera com lógicas que não dialogam com a realidade logística atual, quais pontos de convergência entre público e privado podem destravar ganhos logísticos relevantes e que ajustes de coordenação poderiam gerar impacto sistêmico nos próximos anos.
No painel número sete, a Sigrid Class, RT do BTP, a Liliane Saad, gerente técnico-regulatória do Sindusfarma e Jackson Campos, debateram o avanço regulatório e o papel dos atores da cadeia em relação às RDCs 430, 653 e 938, com um breve resumo histórico das normas e quais serão os próximos passos, além de entender como as RDCs aproximam o Brasil das melhores práticas internacionais, quais impactos reais essas normas trazem para operadores e terminais, como o setor produtivo está preparado para o nível de complexidade exigido e ainda, como a inclusão da AIR da RDC 430 fará parte da agenda regulatória da Anvisa em 2026.

No último painel do dia, Carina Mayumi Oura, coordenadora do projeto OEA na Anvisa, fez um balanço do amadurecimento do programa nos quase dois anos de implementação, explicou como funciona o pleito e exigências para certificação, além de passar pelas empresas já certificadas e benefícios exclusivos. Em seguida, Carina explicou quais são as perspectivas futuras, adiantou aos convidados que a pauta de revisão da norma está prevista na agenda regulatória do ano e quais são os atores da cadeia que estão previstos na expansão do programa. Por fim, ela respondeu às perguntas da plateia e tirou dúvidas sobre o programa e outros assuntos regulatórios.

Para encerrar o evento, Nathalia Nunes e Jackson Campos, voltaram ao palco para fazer um balanço desse rico dia de conteúdos, agradeceram todos os participantes, fornecedores, colaboradores e autoridades presentes e já convidaram todos para o próximo Fórum.

O evento começou com Erico Silva, sócio-diretor O evento começou com Erico Silva, sócio-diretor da AGL Cargo, dando boas-vindas aos convidados, palestrantes e autoridades. Pedro Duran, jornalista e anfitrião seguiu contextualizando o motivo de haver necessidade de um evento, e explicando a importância de dias como estes para fortalecer o sistema de saúde como um […]
As commodities representam uma grande parcela do comércio mundial, movimentando trilhões de dólares anualmente em diversos países, como China, Estados Unidos, Argentina e Brasil. Produtos como grãos, minérios, petróleo e proteínas animais atravessam oceanos todos os dias, alimentando cadeias produtivas da população global. A diferença entre um resultado positivo e o insucesso na exportação de […]
Em uma ida ao supermercado, é possível encontrar azeite de Portugal, vinho da Argentina e chocolate da Suíça. Isso representa apenas a ponta mais visível, para consumidores, de como os negócios internacionais estão presentes em nossa rotina e nos hábitos de consumo. Se, por um lado, o comércio internacional é uma alavanca econômica e de […]
A importação é uma atividade vantajosa para empresas que buscam produtos com melhor custo-benefício, tecnológicos e itens que não são produzidos no Brasil. Contudo, essa operação de comércio exterior também traz pontos de atenção que precisam ser observados e atendidos a fim de evitar transtornos, já que um detalhe incorreto pode ser o fator gerador […]